Supostamente revelada causa, do que levou à morte Homem com tiro na região genital

A morte de um homem de 37 anos, dentro de uma empresa de materiais recicláveis em Três Barras, no Planalto Norte de Santa Catarina, teria sido motivada por furtos.

A vítima foi encontrada morta em 21 de janeiro. Na quarta-feira (26), dois homens foram presos suspeitos do homicídio.

Quem são os criminosos?

Marcos Alves da Veiga também é conhecido como Kidon, Quinho, Marquinho, Kikito e Cadeirante e procurado por “diversos homicídios”, segundo a polícia (Foto: Divulgação, Polícia Civil)

Silvana Seidler foi condenada por homicídio qualificado e ocultação de cadáver da própria filha (Foto: Divulgação, Polícia Civil)

Dario de Souza, matou uma mulher em Vidal Ramos, no Alto Vale, com um tiro na cabeça. Foi em 1995 e ele deixou uma arma ao lado para simular suicídio (Foto: Divulgação, Polícia Civil)

Manoel Messias de Jesus Santos possui dois mandados de prisão por conta de dois assassinatos na região de Joinville (Foto: Divulgação, Polícia Civil)

Antonio Francisco Conrado Neto foi outro que fugiu da prisão, mas da Colônia Agrícola de Palhoça, em dezembro de 2019 (Foto: Divulgação, Polícia Civil)

Daniel Mariano roubou, matou e integrou facção criminosa em Joinville (Foto: Divulgação, Polícia Civil)

Os crimes de Gustavo Amarilla (roubo, furto e homicídio qualificados) foram cometidos na região de Lages (Foto: Divulgação, Polícia Civil)

Gabriel Maurilio Ilha é condenado há quase 83 anos de prisão por homicídios relacionados a disputas entre facções (Foto: Divulgação, Polícia Civil)

Marcos Alves da Veiga também é conhecido como Kidon, Quinho, Marquinho, Kikito e Cadeirante e procurado por “diversos homicídios”, segundo a polícia (Foto: Divulgação, Polícia Civil)

Silvana Seidler foi condenada por homicídio qualificado e ocultação de cadáver da própria filha (Foto: Divulgação, Polícia Civil)

Segundo o delegado Darci Nadal Junior, da Polícia Civil de Santa Catarina, a vítima teria cometido pequenos furtos em uma empresa de materiais recicláveis. Na noite do crime, os suspeitos teriam esperado o homem no local, até quatro horas, e cometido o homicídio.

As investigações também revelaram que o corpo foi levado pelos suspeitos para outro local após a morte, o que dificultou o trabalho da polícia, já que a cena do crime foi simulada.

Na época, segundo a Polícia Militar, o corpo foi encontrado em uma área de mata de Canoinhas. O corpo da vítima tinha sinais de violência, sendo que uma marca de um tiro foi encontrada na genitália do homem.

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